UMA FLOR MORTA
Morreu uma flor,
E o amor caiu em silêncio.
Não houve nenhum suspiro.
Foi uma força enfraquecida,
De uma verdade Já perdida,
No espelho do rancor.
Morreu uma flor,
Castigando este tempo perverso,
E deixou os pinhos,
Espetando as mágoas
Deste universo.
E assim, Morrem também,
Os olhos alegres
E ficam os olhos tristonhos.
Continuam iludindo,
Os que já iludiam,
E matam a flor,
Com o sangue da covardia.
Nada quer a flor, senão a vida.
Nada quer a vida, senão o amor.
Mas matam a flor, destroem a vida,
Abandonam o amor,
E colhem feridas.
J Vieira
Morreu uma flor,
E o amor caiu em silêncio.
Não houve nenhum suspiro.
Foi uma força enfraquecida,
De uma verdade Já perdida,
No espelho do rancor.
Morreu uma flor,
Castigando este tempo perverso,
E deixou os pinhos,
Espetando as mágoas
Deste universo.
E assim, Morrem também,
Os olhos alegres
E ficam os olhos tristonhos.
Continuam iludindo,
Os que já iludiam,
E matam a flor,
Com o sangue da covardia.
Nada quer a flor, senão a vida.
Nada quer a vida, senão o amor.
Mas matam a flor, destroem a vida,
Abandonam o amor,
E colhem feridas.
J Vieira

Beberiquei deste poema assim como faz um beija-flor, colhendo o néctar da flor que jaz não morta.
ResponderExcluirSeu José, enfim, depois de algum tempo, postei coisa nova. Por favor, dê uma passadinha por lá. Abração.
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